Respirando por aparelhos, mas respirando

19 de Abril de 2018 em Meta

Nessa noite eu caí em uns blogs. Daqueles no estilo antigo mesmo, hospedados no WordPress.com e contendo um respeitável histórico de mais de cinco anos de postagens. Vivos até hoje, com atualizações curtas, mas sempre com atualizações. Aí me lembrei desse canto aqui, que sempre tento reviver e acabo sempre desistindo por alguma razão misteriosa (geralmente preguiça).

Enfim, sem enrolar: Vou tentar aparecer por aqui com alguma frequência trazendo umas bobagens. Nada de me forçar a ficar por horas na frente do editor como quem tenta criar uma obra prima da literatura — o que geralmente faço e acabo não publicando nada, seja uma obra prima da literatura ou um post mequetrefe em um blog frequentado por ninguém. Se eu conseguir daqui uns tempos voltar a conseguir construir frases maiores que um tuíte, já vai ter valido a pena.

Vamos ver no que vai dar. Em tempos de Facebook, manter um blog é uma dessas pequenas formas de resistência.

Ouvindo Pérola Negra, interpretada pelo Alexandre Pires (sério). Esse álbum “DNA Musical” que ele lançou em 2017 é bem legal, cheio de boas versões e ótimas participações. Não que o Alexandre Pires precisa de qualquer dessas coisas pra ser sensacional como de costume, mas é um reforço que funciona.

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